Turismo da Pesca Esportiva: Detalhes do esporte e como se pratica

O Brasil é singular quando se trata de pescaria esportiva. Portando espécies nativas e únicas, o País só se expande quanto a prática. No entanto, muitas pessoas ainda não conhecem, de fato, o que é pesca esportiva. Por isto, o artigo de hoje tem a função de destrinchar do que se trata esse esporte que ajuda a economia e o meio ambiente.

COMO ACONTECE A PESCA?

A pesca como desporto não tem nenhum segredo. Tudo giro em torno de pescar os peixinhos e devolvê-los à água. Isso mesmo, não é necessário nenhum dano ao ambiente ou ao próprio animal. O foco é o esporte e não subsistência. Muitas vezes o animal marinho pode sair machucado, é claro, mas existem inúmeras técnicas que evitam esse tipo de ferimento. Confira as 3 principais abaixo:

  1. Não puxar o peixe antes de ter certeza de que ele está fisgado. É preciso que ele fique grande parte do tempo dentro d’água.
  2. Animais marinhos possuem uma pele muito sensível e protegida por muco. Então, sempre ao pegar um deles, mantenha as mãos molhadas.
  3. Na hora de atrair a atenção, invista em moscas. São iscas degradáveis. Caso não tenha interesse, opte por artificiais.

E QUEM VIGIA A PRÁTICA?

Para manter a legalidade de todo o processo, muitos órgãos entram em ação. Os de maior destaque são: Ministério da Pesca, SEAP (Secretaria de Aquicultura e Pesca), Polícia Ambiental e IBAMA.

REGIÕES FARTAS PARA A PESCA ESPORTIVA

O Sudeste é bem amigo dos pescadores esportivos. Há diversos locais com muitos peixes a serem explorados.       No entanto, o Pantanal e a Amazônia são o sonho de quem tem gosto pela prática. Isso porque quem vai para estas regiões espera fartura. Peixes grandes e dos tipos mais variados. Todavia, estes locais também possuem suas adversidades quando se trata de pesca.

PESCA ESPORTIVA E A COMPETIÇÃO

Já viu fotos de homens orgulhosos, com sorriso estampado, segurando peixes gigantescos? Pois bem, esta é a maior representação da famosa pescaria esportiva por competição. Como citado acima, há uma legislação que fiscaliza de maneira a garantir o equilíbrio do ecossistema. 

Entre as espécies mais fisgadas na água doce estão: pintado, dourado, tucunaré, pirarara, pirarucu, bicuda, corvina e saicanga. Já na água salgada são a albacora, robalo, peixe-espada, agulhão velha, marlin-azul, tarpon, dourado-do-mar, anchova, corvina e baiacu.

Observação: Sempre que for pescar, lembre-se de garantir que está com o vestuário correto. É necessário o uso de camisas de proteção feitas de dry fit. O mesmo vale para a parte debaixo da roupa. Também se atentar aos sapatos e abusar de chapéus e filtros solares.

AJUDA ECONÔMICA E APOIO A SUSTENTABILIDADE

O chamado ‘’pesque solte’’ virou uma alternativa muito forte ao sustento dos moradores das regiões onde a prática vigora. As populações ribeirinhas estão investindo com força no turismo de pesca. À partir disto, é possível ver a implementação de postos de ajuda aos pesqueiros, material sendo vendido para viabilizar a atividade, guias para auxiliar na descoberta do local, aluguel de barcos de pesca e pousadas oferecendo estadia para quem quer aproveitar a região. Desta forma, cria-se um novo polo de investimento.

Além de pensar no desenvolvimento econômico, o “pesque solte” é totalmente amigável ao meio ambiente. Mantendo os peixes vivos, o ecossistema onde vivem não é alterado e os danos são reduzidos drasticamente. É preciso lembrar que todos os recursos da natureza são finitos e que atitudes como estas ajudam na manutenção natural para uma vida mais equilibrada.

Já tinha pensando nos benefícios da pesca esportiva, tanto no meio ambiente quanto no meio econômico? Para conhecer mais sobre, continue nos acompanhando nas mais diversas plataformas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *